As Gerações de Computadores

    A arquitectura de um computador depende do seu projecto lógico, enquanto a sua implementação depende da tecnologia disponível.

    As três primeiras gerações de computadores reflectiam a evolução dos componentes básicos do computador (hardware) e um aprimoramento dos programas (software) existentes.

    Os Computadores de Primeira Geração (1945 – 1959) usavam válvulas electrónicas, quilómetros de fios, eram lentos, enormes e aqueciam muito.

 

Válvula

    A Segunda Geração (1959 – 1964) substituiu as válvulas electrónicas por transístores e os fios de ligação por circuitos impressos, o que tornou os computadores mais rápidos, menores e de custo mais baixo.

Transístor

    A Terceira Geração de Computadores (1964 – 1970) foi construída com circuitos integrados, proporcionando maior compactação, redução dos custos e velocidade de processamento na ordem de microsegundos. Tem início a utilização de avançados sistemas operativos.

    A Quarta Geração (1970 - até hoje), é caracterizada por um aperfeiçoamento da tecnologia já existente, proporcionando uma optimização da máquina para os problemas do utilizador, maior grau de miniaturização, confiabilidade e maior velocidade, já na ordem de nanossegundos (bilionésima parte do segundo).

 

Computador Moderno

 

    O termo Quinta Geração foi criado pelos japoneses para descrever os potentes computadores "inteligentes" que queriam construir em meados da década de 1990. Posteriormente, o termo passou a envolver elementos de diversas áreas de pesquisa relacionadas à inteligência computadorizada: inteligência artificial, sistemas especialistas e linguagem natural. Mas o verdadeiro foco dessa ininterrupta quinta geração é a conectividade, o maciço esforço da indústria para permitir aos utilizadores conectarem os seus computadores a outros computadores. O conceito de “super via” da informação capturou a imaginação tanto de profissionais da computação como de utilizadores comuns.